O que estamos construindo e o que aprendemos operando MGAs no Brasil.
Governança, dados de sinistralidade e limites: o checklist que decide uma negociação de capacidade — e como se preparar para ela.
Autoridade delegada, comissão, resseguro e prestação de contas: como o modelo funciona nos mercados maduros e o que muda no Brasil.
Comitê técnico, limites, auditoria: por que a seguradora renova quem tem processo — e por que boa governança aparece direto na margem.
Como enriquecer a submissão antes de precificar muda a sinistralidade da carteira inteira.
A lacuna que encontramos no mercado brasileiro, o que a Tegia faz a respeito e onde queremos estar em cinco anos.
Duas carteiras em operação sobre a mesma infraestrutura — e o que a construção de cada uma nos ensinou.